O que permite afirmar que na experiência religiosa a pessoa experiencia a si mesma sem que, por isso, ela viva uma ilusão ou uma fantasia ?
Respostas
respondido por:
72
Olá,
Quando falamos experienciar a si mesmo sem viver uma ilusão, aparentemente estamos afirmando que a pessoa vive experiências sensoriais e de intimidade com o próprio eu, chamado de self por Jung - e isso, de fato, não é uma ilusão ou fantasia.
Filosoficamente falando, uma experiência de reflexão e de autoconhecimento sobre nossas emoções e sentimentos é algo puramente válido. O problema começa quando alguém afirma ver o que não viu e ouvir o que, de fato, não ouviu e não pode ser provado.
Espero ter ajudado!
Quando falamos experienciar a si mesmo sem viver uma ilusão, aparentemente estamos afirmando que a pessoa vive experiências sensoriais e de intimidade com o próprio eu, chamado de self por Jung - e isso, de fato, não é uma ilusão ou fantasia.
Filosoficamente falando, uma experiência de reflexão e de autoconhecimento sobre nossas emoções e sentimentos é algo puramente válido. O problema começa quando alguém afirma ver o que não viu e ouvir o que, de fato, não ouviu e não pode ser provado.
Espero ter ajudado!
respondido por:
15
Resposta: o fato de que em uma experiência religiosa autêntica a pessoa experiência a si mesmo, em relação a realidade que a transcende. Não se trata de uma ilusão ou fantasia, porque é justamente em uma relação que as pessoas experiência: a relação com o polo ou com horizonte de sentido ilimitado , com a concomitante percepção da incapacidade de dominar intelectualmente esse polo ou horizonte
Perguntas similares
6 anos atrás
6 anos atrás
6 anos atrás
8 anos atrás
8 anos atrás
8 anos atrás
9 anos atrás