Segundo a sociedade brasileira de diabetes (sbd), o diabetes melito é uma doença crônico-degenerativa causada pela desordem endócrina, na qual o corpo não produz insulina ou não consegue utilizar a insulina produzida de maneira adequada. A insulina é um hormônio produzido pelas células β localizadas no pâncreas, e sua função é facilitar a entrada da molécula de glicose (açúcar) na célula para ser utilizada na produção de energia, ou para o armazenamento em forma de gordura. Quando há pouca ou nenhuma produção de insulina, o nível de glicose no sangue eleva-se acima do normal (hiperglicemia), o que gera consequências prejudiciais ao organismo
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Resposta:
A hiperglicemia ocorre quando o nível de glicose no sangue se encontra muito elevado. A principal causa desse aumento de açúcar no sangue se deve à diabetes, que ocorre em virtude de uma alteração no pâncreas, que não produz, ou produz em quantidade insuficiente, o hormônio insulina, que é o responsável por adequar os níveis de glicose no sangue.
O excesso de glicose no organismo é prejudicial. Por isso, quando a glicose em nosso sangue ultrapassa 160 a 180 mg/dL, o nosso organismo arruma formas de excretá-la, e uma dessas formas é mandar a glicose para os rins, para eliminá-la na urina. Com isso, aparece um dos primeiros sintomas da hiperglicemia, chamado de poliúria, que é o excesso de urina. Quando a pessoa urina muito, ela vai eliminar glicose e água. Sendo assim, aparecerá outro sintoma da hiperglicemia, que é a sede (ou polidipsia).
O corpo pode estar com excesso de glicose, mas no cérebro ocorre uma redução desse açúcar, causando muita fome, o que chamamos de polifagia. Isso ocorre porque o cérebro interpreta que o organismo não está alimentado.
Outros sintomas sentidos por uma pessoa que está com hiperglicemia são dores, dormência e formigamento nas pernas, visão turva e embaçada, prurido na região genital.