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O primeiro contato com O Legado do Fürer se dá através de uma volta ao passado na cidade de Paris de 1940. Sem esse flashback o leitor não conseguiria entender a importância dos fatos para a junção das peças dessa história.
É nesse início que somos apresentados ao objeto que dará vida à ficção policial que o autor Bruno Atti criou: um relógio Cartier de 1920.
Ainda dentro desse prólogo, há um salto no tempo e no espaço que nos trás ao ano de 2012, na cidade de Buenos Aires, na companhia de Verônica e suas lembranças. E é em função delas que o Cartier de 1920 vai parar em São Paulo.
A linguagem utilizada pelo autor Bruno Atti é simples, sem ser simplória, e consegue manter a atenção do leitor para o próximo parágrafo. Por isso, não torça o nariz para o prólogo.
O Legado do Fürer não se prende a São Paulo. O legado de Hitler e suas teorias de purificação racial se espalharam pelo mundo e o autor Bruno Atti nos mostra isso ao fazer essas passagens entre países e até mesmo dentro do território brasileiro.
A narrativa segue com cenas específicas e os vínculos entre os personagens se formam gradualmente. Na metade do livro a trama ganha novos contornos e “esquenta” com a movimentação do grupo neonazista, do FBI, da Polícia Federal brasileira e o encontro entre o agente brasileiro Édson Fernandez e Verônica Castello.
Os capítulos são curtos e rápidos, tornando a leitura ágil. Talvez isso tenha deixado as cenas de confrontos entre os personagens um pouco rasos, porque quando entramos no clima da luta, ela acaba.
É nesse início que somos apresentados ao objeto que dará vida à ficção policial que o autor Bruno Atti criou: um relógio Cartier de 1920.
Ainda dentro desse prólogo, há um salto no tempo e no espaço que nos trás ao ano de 2012, na cidade de Buenos Aires, na companhia de Verônica e suas lembranças. E é em função delas que o Cartier de 1920 vai parar em São Paulo.
A linguagem utilizada pelo autor Bruno Atti é simples, sem ser simplória, e consegue manter a atenção do leitor para o próximo parágrafo. Por isso, não torça o nariz para o prólogo.
O Legado do Fürer não se prende a São Paulo. O legado de Hitler e suas teorias de purificação racial se espalharam pelo mundo e o autor Bruno Atti nos mostra isso ao fazer essas passagens entre países e até mesmo dentro do território brasileiro.
A narrativa segue com cenas específicas e os vínculos entre os personagens se formam gradualmente. Na metade do livro a trama ganha novos contornos e “esquenta” com a movimentação do grupo neonazista, do FBI, da Polícia Federal brasileira e o encontro entre o agente brasileiro Édson Fernandez e Verônica Castello.
Os capítulos são curtos e rápidos, tornando a leitura ágil. Talvez isso tenha deixado as cenas de confrontos entre os personagens um pouco rasos, porque quando entramos no clima da luta, ela acaba.
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